Em sessão pública realizada no dia 13 de agosto de 2009, às 9:00hs, na sala Carolina Bori, no Departamento de Psicologia e Educação da Universidade de São Paulo (USP), o Padre Marcos Candido, pároco da Paróquia Cristo Ressuscitado – RP, defendeu a tese de mestrado intitulada “Humanismo no pensamento universitário de Miguel Rolando Covian”, sob a orientação da prof. Dra. Marina Massimi, sendo aprovado.
A banca foi composta, além da orientadora, pelos professores prof. Dr. Alexandre A. Ferraro, da Faculdade de Medicina da USP de São Paulo e prof. Dra. Ana Raquel L. Cianflone, do Departamento de Psicologia e Educação da USP de Ribeirão Preto.
Miguel Rolando Covian (1913-1992), argentino, graduou-se em Medicina pela Universidade de Buenos Aires em 1942 e foi discípulo do 1º. Nobel de Medicina da América Latina, Dr. Bernardo Alberto Houssay. Sua preocupação por uma formação humanística do estudante universitário evidenciou-se antes de tudo na própria posição humana que cultivava frente às questões da vida, nas leituras de autores ligados a certa tradição humanística e na sua participação no projeto de criação de uma faculdade de filosofia no campus de Ribeirão Preto, onde desejava uma complementação filosófica na formação médica.
Esta pesquisa buscou aprofundar a concepção de humanismo no pensamento de Covian e identificar as matrizes teóricas que influenciaram seu pensamento. Três importantes autores contemporâneos muito lidos e comentados por Covian foram estudados: Teilhard de Chardin, José Ortega y Gasset e Thomas Merton[1].
No humanismo integral proposto por Covian se evidenciam algumas questões centrais: o valor inalienável da pessoa; a exigência de abertura a realidade total, ao destino e a Deus; a existência de uma verdade elementar a qual os diversos modos de conhecimento convergem; a necessária complementaridade entre os diversos modos de saber para um conhecimento total da realidade e conseqüentemente, para um conhecimento integral de si mesmo, ou seja, a inter-relação entre a ciência, a filosofia e o conhecimento religioso; a importância da universidade e dos mestres na formação humanística do estudante universitário.
Covian como cientista e católico encontrou em sua experiência pessoal a liberdade espiritual necessária que garantiu-lhe uma saudável e profunda integração entre os diversos aspectos da sua vida. A preservação de sua memória é uma contribuição para a universidade em geral e para a formação das novas gerações de mestres.
A banca foi composta, além da orientadora, pelos professores prof. Dr. Alexandre A. Ferraro, da Faculdade de Medicina da USP de São Paulo e prof. Dra. Ana Raquel L. Cianflone, do Departamento de Psicologia e Educação da USP de Ribeirão Preto.
Miguel Rolando Covian (1913-1992), argentino, graduou-se em Medicina pela Universidade de Buenos Aires em 1942 e foi discípulo do 1º. Nobel de Medicina da América Latina, Dr. Bernardo Alberto Houssay. Sua preocupação por uma formação humanística do estudante universitário evidenciou-se antes de tudo na própria posição humana que cultivava frente às questões da vida, nas leituras de autores ligados a certa tradição humanística e na sua participação no projeto de criação de uma faculdade de filosofia no campus de Ribeirão Preto, onde desejava uma complementação filosófica na formação médica.
Esta pesquisa buscou aprofundar a concepção de humanismo no pensamento de Covian e identificar as matrizes teóricas que influenciaram seu pensamento. Três importantes autores contemporâneos muito lidos e comentados por Covian foram estudados: Teilhard de Chardin, José Ortega y Gasset e Thomas Merton[1].
No humanismo integral proposto por Covian se evidenciam algumas questões centrais: o valor inalienável da pessoa; a exigência de abertura a realidade total, ao destino e a Deus; a existência de uma verdade elementar a qual os diversos modos de conhecimento convergem; a necessária complementaridade entre os diversos modos de saber para um conhecimento total da realidade e conseqüentemente, para um conhecimento integral de si mesmo, ou seja, a inter-relação entre a ciência, a filosofia e o conhecimento religioso; a importância da universidade e dos mestres na formação humanística do estudante universitário.
Covian como cientista e católico encontrou em sua experiência pessoal a liberdade espiritual necessária que garantiu-lhe uma saudável e profunda integração entre os diversos aspectos da sua vida. A preservação de sua memória é uma contribuição para a universidade em geral e para a formação das novas gerações de mestres.
[1] As obras destes autores bem como todo o acervo de Covian encontram-se no Museu Histórico da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, situado na Avenida Nove de Julho, 980, em Ribeirão Preto.
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