O
Domingo de Ramos abre a Semana Santa e quer expressar a abertura de nossas
casas e de nossas vidas a Jesus Cristo Salvador. Bendito o que vem em nome do
Senhor! Acolher Cristo significa aceitar Sua Palavra e Sua salvação. Não existe
outro nome pelo qual possamos ser salvos! E salvação é rumo para a existência,
que deixa de ser beco sem saída. Aos que sofrem diante do mistério da dor ou da
morte, Ele vem dizer que a dor pode se transformar em amor. Aos que estão tão
mergulhados nas preocupações que, muitas vezes, se desesperam diante dos dramas
do cotidiano, o Senhor diz que não é somente para esta vida que n'Ele
depositamos a confiança. Há uma eternidade que nos espera, uma casa nova
preparada hoje pelo nosso caminhar pelas ruas de nosso tempo.
Nós sairemos pelas ruas no Domingo de Ramos, recordando os acontecimentos de Jerusalém. Em nome de Jesus Cristo, somos todos convidados a sair de nós mesmos e entrar na casa das outras pessoas, levando a Boa Nova. Quem participa da Procissão de Ramos acolha a proposta de continuá-la, numa vista de Semana Santa ou de Páscoa, indo à casa de alguma pessoa ainda distante da Igreja ou de um parente do qual se afastou por qualquer motivo. Quem sabe será uma visita a um enfermo ou aos encarcerados. É para chegar desarmado, apenas para estar com as pessoas. Repetir-se-ão os benditos ao nome do Senhor quando as postas se abrirem!
À entrada de Jesus em Jerusalém, as crianças, os jovens e os adultos estendiam ramos de palmeira e também os próprios mantos pelas ruas, para acolhê-Lo. Ramos de palmeira, sinais de vitória, com os quais queremos dizer que Nosso Senhor é Rei e que n'Ele acreditamos. Roupa é sinal de valor e dignidade e queremos encontrar em Jesus Cristo a roupa do homem novo, pessoas renovadas no batismo, que estendem braços abertos para que passe a salvação.
Com a Jerusalém do Domingo de Ramos, nossas cidades querem dizer a Jesus que estamos conscientes de sermos contraditórios, pois nossos hosanas se transformam rapidamente em gritos de “crucifica-O”. Encantados com a beleza da vida, outros dias jogamos fora nossas crianças recém-nascidas ou transformamos o jardim de Deus, que é nosso mundo, em deserto árido e triste. Sabemos o que vale a união em torno das grandes causas e ainda assim nos defendemos no individualismo, cada um em busca dos próprios interesses. Senhor do lava-pés, da Paixão e da cruz, Senhor do silêncio do Sábado Santo, Senhor da manhã da Ressurreição, bem-vindo entre nós! Vence, Senhor, nossas contradições e endireita nossos caminhos! Ultrapassa, Senhor, nossas portas fechadas e traz-nos a Paz!
Nós sairemos pelas ruas no Domingo de Ramos, recordando os acontecimentos de Jerusalém. Em nome de Jesus Cristo, somos todos convidados a sair de nós mesmos e entrar na casa das outras pessoas, levando a Boa Nova. Quem participa da Procissão de Ramos acolha a proposta de continuá-la, numa vista de Semana Santa ou de Páscoa, indo à casa de alguma pessoa ainda distante da Igreja ou de um parente do qual se afastou por qualquer motivo. Quem sabe será uma visita a um enfermo ou aos encarcerados. É para chegar desarmado, apenas para estar com as pessoas. Repetir-se-ão os benditos ao nome do Senhor quando as postas se abrirem!
À entrada de Jesus em Jerusalém, as crianças, os jovens e os adultos estendiam ramos de palmeira e também os próprios mantos pelas ruas, para acolhê-Lo. Ramos de palmeira, sinais de vitória, com os quais queremos dizer que Nosso Senhor é Rei e que n'Ele acreditamos. Roupa é sinal de valor e dignidade e queremos encontrar em Jesus Cristo a roupa do homem novo, pessoas renovadas no batismo, que estendem braços abertos para que passe a salvação.
Com a Jerusalém do Domingo de Ramos, nossas cidades querem dizer a Jesus que estamos conscientes de sermos contraditórios, pois nossos hosanas se transformam rapidamente em gritos de “crucifica-O”. Encantados com a beleza da vida, outros dias jogamos fora nossas crianças recém-nascidas ou transformamos o jardim de Deus, que é nosso mundo, em deserto árido e triste. Sabemos o que vale a união em torno das grandes causas e ainda assim nos defendemos no individualismo, cada um em busca dos próprios interesses. Senhor do lava-pés, da Paixão e da cruz, Senhor do silêncio do Sábado Santo, Senhor da manhã da Ressurreição, bem-vindo entre nós! Vence, Senhor, nossas contradições e endireita nossos caminhos! Ultrapassa, Senhor, nossas portas fechadas e traz-nos a Paz!
Dom Alberto
Taveira Corrêa
Arcebispo de Belém - PA
Arcebispo de Belém - PA
