Pergunta-se: “Alguém pode ser obrigado a amar?” De fato, o amor é gratuidade. Não é um conceito e vai além de uma atitude. É o agir próprio de quem se sente livre.
O amor está ligado à vida, à existência. Ninguém pode viver sem amor, sem relacionar-se com Deus e com seus semelhantes. É este o sentido e o alcance do maior e primeiro mandamento: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento!” diz Jesus aos fariseus. E, depois, acrescenta: “O segundo é semelhante a esse: Amarás a teu próximo como a ti mesmo”. Jesus resume toda a Lei no amar a Deus e ao próximo. (cf Mt 22,34-40)
Santo Agostinho disse que quem ama pode fazer tudo o que desejar. Em outras palavras, em todas as circunstâncias, façamos o bem a todos e o mal a ninguém. Nisto consiste a nossa vocação humana e a missão que nos foi confiada. O amor jamais acabará, nos diz S. Paulo (1Cor 13, 8).
+ Joviano de Lima Júnior,sss
Arcebispo de Ribeirão Preto
Arcebispo de Ribeirão Preto
Leia o Evangelho de Mt 22, 34-40

